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Terras raras, minerais estratégicos e críticos desempenham papéis distintos na economia global e na geopolítica, com o Brasil se destacando em reservas.
As terras raras, minerais estratégicos e críticos têm se tornado cada vez mais relevantes na geopolítica e na economia global, especialmente por seu potencial em impulsionar a transição energética.
Embora muitas vezes confundidos, esses termos possuem definições distintas. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), as terras raras são um grupo específico de 17 elementos químicos, incluindo lantanídeos como lantânio e neodímio, além de escândio e ítrio.
Esses elementos, apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas sua dispersão torna a exploração econômica desafiadora. Eles são fundamentais para tecnologias avançadas, como carros elétricos e turbinas eólicas.
Os minerais estratégicos são considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e têm aplicações em alta tecnologia e defesa. Já os minerais críticos apresentam riscos de abastecimento, como dependência externa e instabilidade geopolítica.
No Brasil, o SGB aponta que o país possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas, representando 23% das reservas globais. Estados como Minas Gerais e Goiás concentram a maior parte dessas reservas.
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Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:
