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Cuba defende o Grupo de Administração de Empresas (Gaesa) contra acusações dos EUA, destacando suas contribuições sociais e a necessidade de enfrentar o bloqueio econômico.
O governo de Havana respondeu às recentes acusações dos Estados Unidos, que afirmam que os dirigentes cubanos utilizam empresas estatais para enriquecer. Em um comunicado, Cuba esclarece que o modelo do Grupo de Administração de Empresas (Gaesa) foi desenvolvido para enfrentar a guerra econômica imposta por Washington.
O comunicado, divulgado na terça-feira (2), afirma:
“Seu objetivo sempre foi reunir empresas com capacidade de gerar divisas e recursos que o Estado necessita para manter e desenvolver as conquistas sociais e contribuir para a promoção de setores e ramos da vida nacional.”
Havana ressalta os serviços prestados pela Gaesa, que incluem a construção de mais de 10 mil residências, investimentos em educação infantil e obras que beneficiaram milhões de cubanos, como a termelétrica de Holguín e projetos hidráulicos. O texto também destaca que a Gaesa foi fundamental para sustentar a economia cubana durante a pandemia de Covid-19.
O governo cubano condena as acusações dos EUA, afirmando que visam confundir a opinião pública e isolar Cuba diplomaticamente. Segundo o comunicado, essa estratégia busca deslegitimar as instituições que sustentam o projeto social cubano.
Além disso, a historiadora Caridade Massón Sena, professora na Universidade Federal de Uberlândia, avaliou que as alegações dos EUA são pretextos para desestabilizar o governo cubano, afirmando:
“Eles usam esse pretexto de que os dirigentes da Gaesa roubam Cuba.”
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Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:

