Prefere ouvir?
Clique em play e ouça esta notícia em voz alta
O CMN ampliou o incentivo à produção nacional com ajustes nos financiamentos do FAT para inovação e digitalização.
Um mês após elevar o percentual de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para financiamentos a projetos de inovação, o Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o incentivo à produção nacional nas linhas de crédito indexadas pela Taxa Referencial (TR).
Na reunião realizada na quinta-feira (23), o CMN ajustou os critérios de escolha para os financiamentos à inovação e à digitalização com os recursos do FAT, que atualmente apresentam uma taxa de remuneração entre 0,16% e 0,17% ao mês, equivalente a pouco mais de 2% ao ano. Esses recursos são repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável pela operação dos financiamentos.
A nova diretriz prioriza a compra de equipamentos de informática e automação desenvolvidos com tecnologia nacional, sem excluir a possibilidade de financiar bens produzidos no país que atendam ao Processo Produtivo Básico (PPB).
Em nota, o Ministério da Fazenda esclareceu que a nova regra amplia o incentivo à produção nacional sem desconsiderar outras opções existentes, ressaltando que a medida não terá impacto fiscal, pois os recursos são provenientes do FAT constitucional, já previstos em lei.
Devido à urgência do tema, a resolução do CMN entra em vigor imediatamente após sua publicação, visando evitar impactos negativos no curto prazo, especialmente para empresas que dependem desse tipo de financiamento.
Fonte da notícia
Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:
