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A ANS definiu que os planos de saúde individuais terão um reajuste máximo de 5,11% em 2026, o menor desde 2000.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, nesta sexta-feira (29), que os planos de saúde individuais e familiares terão um reajuste máximo de 5,11% em 2026. Este índice representa o menor aumento autorizado desde o ano 2000, com exceção do ano de 2021, quando os reajustes foram negativos devido à pandemia de covid-19.
Os planos individuais são aqueles contratados diretamente por pessoas físicas, ao contrário dos planos empresariais e coletivos, que são firmados por pessoas jurídicas. Atualmente, cerca de 7,7 milhões de brasileiros são clientes de planos individuais, correspondendo a 14,5% do total de 52,9 milhões de consumidores de planos de saúde no país.
O reajuste será aplicado apenas para contratos firmados a partir de 1º de janeiro de 1999, e a cobrança do aumento ocorrerá no mês de aniversário do contrato. Para contratos com aniversário em maio e junho, a nova cobrança poderá ser iniciada em julho ou agosto, retroagindo ao mês de aniversário.
Wadih Damous, diretor-presidente da ANS, afirmou que "o objetivo é sempre buscar o equilíbrio, garantindo a sustentabilidade do setor e a capacidade de pagamento dos beneficiários". O cálculo do reajuste considera a variação das despesas assistenciais e a frequência de utilização dos serviços de saúde, com um peso de 80% para o Índice de Valor das Despesas Assistenciais (IVDA) e 20% para a inflação oficial (IPCA).
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Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:
