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O governo federal reduz de 5% para 1% o impacto mínimo no faturamento para acesso ao Plano Brasil Soberano, facilitando crédito a empresas afetadas por tarifas e conflitos.
O governo federal anunciou uma redução significativa nas exigências para que empresas possam acessar o Plano Brasil Soberano. A partir da próxima segunda-feira (8), o percentual mínimo de impacto no faturamento exigido para a adesão ao programa caiu de 5% para 1%.
A mudança, oficializada por meio de uma portaria conjunta dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), visa facilitar o acesso a linhas de crédito para empresas exportadoras e fornecedores que enfrentam dificuldades devido às tarifas impostas pelos Estados Unidos ou aos conflitos no Oriente Médio.
Os grupos beneficiados incluem exportadores de bens industriais e fornecedores afetados, que precisarão comprovar que as exportações representaram ao menos 1% do faturamento bruto no período de referência. Antes, esse limite era de 5%. As perdas devem ser comparadas com períodos específicos, dependendo do grupo.
“A medida busca proteger empresas e empregos diante das instabilidades internacionais”, afirmou o ministro do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, também destacou que a ampliação atende a uma demanda de exportadores afetados, com R$ 6,7 bilhões pedidos em crédito, dos quais R$ 1,6 bilhão já recebeu aprovação.
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Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:
