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O Reino Unido rejeitou o bloqueio naval proposto por Trump no Estreito de Ormuz, afirmando que não se deixará levar à guerra.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou a rejeição à participação no bloqueio naval proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Estreito de Ormuz. A decisão ocorre após a Casa Branca indicar que "outros países" estariam dispostos a se juntar à missão.
Em entrevista à BBC, Starmer afirmou:
"Minha decisão foi muito clara: qualquer que seja a pressão, e tem havido uma pressão considerável, não vamos ser arrastados para a guerra".
A mídia britânica reportou que, apesar da negativa, os navios caça-minas e a capacidade antidrone do Reino Unido continuarão operando na região, mas não serão utilizados para bloquear portos iranianos.
O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que o Reino Unido e a França planejam uma conferência para discutir a restauração da liberdade de navegação no estreito, assim que as circunstâncias permitirem. Macron declarou:
"Organizaremos uma conferência com aqueles países dispostos a contribuir ao nosso lado para uma missão multinacional pacífica destinada a restaurar a liberdade de navegação no estreito".
O Japão, outro país pressionado por Trump, também defendeu uma solução diplomática. O chefe de gabinete japonês, Minoru Kihara, enfatizou a importância de uma desescalada na situação, afirmando:
"O mais importante é conseguir uma desescalada da situação, incluindo garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz".
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Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:

