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O governo brasileiro, por meio do ministro José Guimarães, rejeitou a desoneração como compensação pela redução da jornada de trabalho, defendendo um debate amplo sobre a questão.
O recém-empossado ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o governo não considera viável a implementação de políticas de desoneração para compensar setores que possam ser afetados pela proposta de redução da jornada de trabalho de seis dias por semana.
Durante um café da manhã com jornalistas, Guimarães destacou que "sempre se tenta empurrar mais políticas de desoneração no Congresso Nacional", mas lembrou que essa abordagem não teve sucesso em administrações anteriores. "O Brasil não pode seguir esse caminho", enfatizou.
O ministro também expressou a necessidade de um debate mais amplo sobre a jornada de trabalho, afirmando que há um consenso crescente no Congresso sobre a urgência de se acabar com o que ele chamou de "jornada desumana". Segundo ele, o governo planeja intensificar as discussões, especialmente durante o mês de maio, que é dedicado ao trabalhador.
Guimarães ainda comentou sobre o pedido de vistas feito pela oposição em relação à matéria que visa o fim da jornada 6x1, interpretando-o como um sinal de falta de compromisso com a aprovação da proposta. Ele se comprometeu a dialogar com líderes da Câmara para buscar uma solução.
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Agência Brasil EBCCompartilhe esta notícia:
