Lula Inaugura Primeiro Hospital Oncológico Interestadual e Fala sobre Tratamento
Lula Inaugura Primeiro Hospital Oncológico Interestadual e Fala sobre Tratamento
Política

Lula Inaugura Primeiro Hospital Oncológico Interestadual e Fala sobre Tratamento

Agência Brasil EBC
sexta-feira, 29 de maio de 2026 às 21:44
Fonte: Agência Brasil EBC

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Lula visitou o Hospital do Amor em Sergipe, primeiro oncológico interestadual do Brasil, e falou sobre seu tratamento de radioterapia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, nesta sexta-feira (29), o Hospital do Amor Interestadual de Lagarto, em Sergipe, o primeiro hospital oncológico do tipo no Brasil. Durante a visita, Lula abordou pela primeira vez o tratamento de radioterapia ao qual está se submetendo em razão de uma lesão no couro cabeludo.

“Hoje, a pessoa mais pobre desse país, se tiver que fazer radioterapia, ela vai fazer na mesma máquina que faz o presidente dos Estados Unidos, da China ou do Brasil. Eu estou fazendo radioterapia na minha cabeça. Qualquer pessoa que for fazer vai fazer em uma máquina igual à que eu faço, porque eu não sou melhor do que vocês”, afirmou o presidente.

Acompanhado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Lula destacou que o Hospital do Amor de Lagarto oferece um atendimento moderno e se tornou uma referência no combate ao câncer, atendendo 153 municípios de Sergipe, Alagoas, Bahia e Pernambuco. O governo destinou R$ 137,5 milhões para a implantação e funcionamento da unidade, garantindo atendimento 100% SUS para 2,9 milhões de pessoas.

O hospital está integrado ao programa Agora Tem Especialistas e foi estruturado para levar diagnóstico e tratamento de câncer a regiões antes desassistidas, fora dos grandes centros. Lula, que retirou a lesão no dia 24 de abril, está realizando um procedimento preventivo de 15 sessões de radioterapia no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.

Além do tratamento, o presidente também abordou questões de soberania, criticando as manifestações de autoridades dos Estados Unidos sobre a classificação de facções criminosas brasileiras como terroristas. “Não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como se fôssemos uma republiqueta”, destacou.

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Agência Brasil EBC

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